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As promessas da diretoria do Bahia; Veja o que foi cumprido

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Relembre as promessas da diretoria do Bahia e veja o que foi cumprido

Para o diretor de negócios, Pablo Ramos, o legado é ter “um plano de sócios que traz ao clube R$ 500 mil por mês"

Os diretores do Bahia foram orientados pelo presidente Fernando Schmidt a produzir um relatório das ações durante os 365 dias no cargo. O clube avalia se realiza um encontro esta semana para apresentar os resultados ou se divulgará através dos canais oficiais.

O Correio se antecipa e usa o plano de gestão dos então candidatos Fernando Schmidt e Valton Pessoa como referência do que foi prometido e aquilo que foi cumprido (resumo na imagem abaixo). O documento Diga Sim ao Novo Bahia foi divulgado em agosto do ano passado e previa ações emergenciais, de setembro a dezembro de 2013, e estruturantes, com validade até dezembro deste ano.

Os objetivos eram “encerrar mandato com o clube equilibrado financeiramente, democrático, transparente nos atos administrativos”; “manter a base de elenco com critérios bem definidos e presença marcante de atletas formados no clube”; e “entregar o clube preparado para uma década de conquistas, tanto na estrutura física, quanto na profissionalização da gestão”.

Realidade

“Hoje, a gente sabe as dívidas e temos fluxo de caixa. Há sistema para registro de pessoas e estamos finalizando um plano de cargos e salários”, conta o diretor administrativo e financeiro, Reub Celestino.

No departamento, o orgulho é ter retirado o Bahia da “era oral”, pois havia poucos documentos e controle. “Brinco que hoje temos uma posição geográfica, com latitude e longitude”, diz Reub.

Como frustração, “a gente fez um orçamento, mas nem sempre dá muito certo. O futebol, do Bahia e brasileiro, tem muitos vícios de gestão que precisam ser revistos”.

Para o diretor de negócios, Pablo Ramos, o legado é ter “um plano de sócios que traz ao clube R$ 500 mil por mês. O Bahia foi de 100 adimplentes para uma média de 12,5 mil. Também desenvolvemos uma área de inteligência e temos uma base de dados própria, com perfil dos sócios. E o Bahia nunca teve tanta exposição positiva em mídia”, pontua.

Sobre a ausência de patrocínio master e a perda da Magazine Luiza e da Netshoes, Ramos cita que “minha grande decepção é que não tivemos as certidões (negativas de débito). Isso inviabilizou o acerto com a Caixa. O valor pago pela OAS correspondia a 3% ou 5% da receita anual do Bahia. Hoje negociamos na base de 15% (cerca de R$ 12 milhões). Para receber R$ 500 mil/mês, melhor valorizar o sócio do que um contrato que não condiz”.

Já o diretor Antonio Miranda indica como mérito a “integração do clube no Fazendão”, com a diretoria deixando a sede do Mundo Plaza. Fora a proximidade entre diretoria, funcionários e futebol, a economia é de R$ 400 mil anuais.

Eleição já tem movimentado os bastidores

A eleição para presidente do Bahia será 13 (sábado) ou 14 (domingo) de dezembro, logo após o Brasileiro. Mas o tema já preocupa Schmidt. “Essa corrida pode prejudicar a todos. Uma coisa é ter divergências e tirar lições positivas. Outra é atirar tendo coisas a fazer que pedem serenidade”. Mas o presidente antecipa sua posição. “Vou conduzir as eleições como magistrado. Eu não terei candidato público nenhum”. E sobre a atual diretoria se dividir em duas chapas até o pleito? “Não tenho medo de cara feia. Já vi coisa muito pior. Que tenham até mais. É bom para a democracia”.

À ESPERA DOS TRANSCONS: Acordo pela Cidade Tricolor depende da prefeitura

A diretoria de patrimônio esboçou acordo com a OAS para o Bahia ficar com a Cidade Tricolor e com o Fazendão, cuja escritura foi passada à construtora pela diretoria destituída. “Depende também da prefeitura ter posição favorável dos Transcons (pela desapropriação da sede de praia) para ter desfecho positivo”, diz Schmidt. Além dos Transcons, quantia será parcelada em 10 anos.

365 dias e 27 contratações

Goleiros Nenhum

Laterais (4)

Galhardo, Roniery, Diego Macedo e Guilherme Santos

Zagueiros (3)

Anderson Conceição, Adaílton e Sergio Raphael

Meio-campistas (8)

Branquinho, Diego Felipe, Léo Gago, Lincoln, Emanuel Biancucchi, Pittoni, Uelliton e Wangler (único de 2013)

Atacantes (12)

Alessandro, Henrique, Jonathan Reis, Hugo, Kieza, Marcão, Marcos Aurélio, Maxi Biancucchi, Rafinha, Rhayner, Sebá Pinto e William Barbio.

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