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Bahia ‘espera’ acordo com construtora para definir futuro da Cidade Tricolor

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Bahia espera acordo com construtora para definir futuro da Cidade Tricolor

Com a assinatura do acordo dos Transcons, clube baiano ainda aguarda resposta da OAS sobre proposta de pagamento referente à Cidade Tricolor e ao Fazendão

A assinatura do acordo dos Transcons com a Prefeitura de Salvador foi o primeiro passo para o Bahia ter uma definição sobre o futuro de seus centros de treinamentos. Durante a cerimônia realizada na manhã desta sexta-feira, o presidente Marcelo Sant’Ana deu a entender que o clube se mudará, quando puder, para a Cidade Tricolor. Entretanto, ainda é preciso concretizar a negociação com a construtora OAS para que a decisão de deixar ou permanecer no Fazendão seja efetuada.

Em novembro do ano passado, o então presidente Fernando Schmidt assinou um termo com a construtora para a recuperação do Fazendão – em nome da empresa – e a compra da Cidade Tricolor. Além dos dois patrimônios, o Tricolor também herdaria um terreno denominado “Vale das Margaridas”, que permite o acesso direto ao CT localizado em Itinga, Região Metropolitana de Salvador.

Bahia; Marcelo Sant'Ana; ACM Neto; Fazendão (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia)

Prefeito de Salvador esteve no Fazendão ao lado de presidente do Bahia (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia)

A nova administração do Bahia, no entanto, acredita não ser viável ficar com os dois centros de treinamentos. Marcelo Sant’Ana elogiou a Cidade Tricolor e deixou escapar sua preferência de utilização pelos atletas.

Eu acredito muito que ainda nesse segundo semestre a gente vai conseguir chegar a um entendimento para que futuramente o Bahia possa utilizar a Cidade Tricolor como um centro de treinamento de alto nível

Marcelo Sant'Ana

–  A gente tem uma negociação com a OAS, e a administração tem um entendimento muito claro que o Bahia não tem condições financeiras de manter os dois equipamentos. A gente tem conversado. O departamento de futebol, tanto profissional quanto base, já esteve na Cidade Tricolor para avaliar o equipamento e, à exceção da distância, que ele está a cerca de 35 minutos aqui do Fazendão, 40 minutos do aeroporto de Salvador, ele é um equipamento que tecnicamente é muito superior ao Fazendão. Ele tem quatro campos de excepcional nível. Qualquer um dos quatro campos é melhor do que o nosso melhor campo utilizado pelo profissional. Uma estrutura de hotelaria que pode receber 96 atletas da divisão de base, 40 atletas do futebol profissional. Agora, é claro que ainda tem algumas pendências de obras, parte de acabamento, questão de mobiliário. É esse trâmite que estamos tentando resolver da melhor maneira com a OAS, que tem sido parceira, é bom deixar isso bem claro, ela tem entendido as dificuldades do Bahia, para que a gente chegue a um entendimento que fortaleça os dois lados. Eu acredito muito que, ainda nesse segundo semestre, a gente vai conseguir chegar a um entendimento para que futuramente o Bahia possa utilizar a Cidade Tricolor como um centro de treinamento de alto nível – disse o dirigente.

Só para lembrar: CT de Camaçari 

No acordo inicial, o Bahia teria de pagar R$ 13,5 milhões em Transcons mais R$ 10 milhões em dez anos. De acordo com o presidente do Bahia, duas propostas foram enviadas para a OAS. Após a resposta da construtora, a direção do Tricolor terá que submeter o acordo à aprovação do Conselho Deliberativo.

– A gente comunicou à OAS que essa negociação seria uma negociação pesada para o Bahia assumir, porque, além da manutenção dos dois equipamentos, a gente teria a prestação mensal do pagamento. Apresentamos duas modalidades de negócios e estamos esperando um retorno da construtora – explicou.

Nota Luis Peres @BahiaClub: De novo? Outra vez? Novamente? Não já havia ocorrido esse acordo? Valton Pessoa marcou data, foi remarcada, marcou outra vez, foram para os jornais, alguns Perus ironizaram os ‘céticos’…

Cada dia uma história… Cada dia uma desculpa. CT de Camaçari está mais para a “Ilha de Lost”.

Seria cômico, se não fosse trágico e os otários não fossem nós. Leiam o link acima.

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