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Biancucchi se preocupa com arbitragem e deixa gol para Soares: ‘Não sou treinador’

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Maxi se preocupa com árbitro e deixa gol para Soares: “Não sou treinador”

Argentino elogia produtividade do Bahia no Brasileiro e evita falar sobre disputa entre Douglas Pires e Jean pela camisa 1 tricolor: “Temos grandes goleiros”

Maxi Biancucchi; Bahia; Fazendão; entrevista (Foto: Divulgação/E.C. Bahia)

Maxi diz que juiz costuma apitar a favor do dono da casa (Foto: Divulgação/E.C. Bahia)

O Bahia tem um compromisso importante neste sábado: é dia de clássico baiano, diante do Vitória, no Barradão. Um jogo em Salvador, mas fora de casa: apenas 10% da carga total de ingressos serão destinados à torcida tricolor. O apoio dos torcedores vai fazer falta, mas outro elemento preocupa parte do elenco do Esquadrão.

Nesta quarta-feira, o atacante Maxi Biancucchi descartou temor por pressão da torcida adversária. Para ele, o que pode ser determinante é quem estará com o apito na mão. E o trio de arbitragem do Ba-Vi é baiano: Arilson Bispo da Anunciação vai apitar o duelo, auxiliado por José Carlos Oliveira dos Santos e Jucimar dos Santos Dias. 

A arbitragem costuma apitar para o time da casa. Essa situação é que mais me incomoda e preocupa.

Maxi Biancucchi

– Acredito que todos que estão no Bahia não [têm temor pela pressão da torcida do Vitória]. Tem situações que às  vezes atrapalham, joga a favor e contra. A arbitragem costuma apitar para o time da casa. Essa situação é que mais me incomoda e preocupa. A torcida faz parte do jogo. Mas às vezes o juiz apita lances que em casa não apita e fora apita – avaliou o argentino.

Outro assunto abordado na coletiva foi a disputa entre Jean e Douglas Pires pela camisa 1. O primeiro, titular em boa parte do primeiro semestre, esteve com a Seleção Brasileira. Neste período, Douglas assumiu a vaga e mostrou serviço. Agora que os dois voltam a estar à disposição, Sérgio Soares tem que decidir quem começa jogando. É nas mãos do treinador que Maxi deixa o problema.

– Sinceramente não sou um cara que costumar consumir a imprensa. Fico sabendo dessa situação agora. O Douglas está em grande momento. Tem nos salvado nos jogos. O Douglas está em momento bom. Sabemos também da qualidade do Jean. Mas não sou treinador. Não sou eu quem tem que decidir. Temos grandes goleiros. Não nos preocupamos com isso.

Se o gol tem incertezas, Maxi não vê o mesmo problema no ataque. O Bahia iniciou a temporada com um ímpeto muito grande e chegou a ter o ataque mais produtivo do país, entre os times de Série A e Série B. Com o início do Brasileiro, no entanto, a quantidade de gols diminuiu. Mas isso, para o argentino, não é problema. Ele destaca que houve fatores que interferiram no rendimento do ataque, mas faz elogios ao setor.

– A gente começou com muitos gols. Cria uma expectativa de, quando o Bahia vai a campo, ter que fazer gol. Estamos trabalhando para isso. Aconteceram vários fatores, gente machucada, gente jogando com dores. O grupo está criando situações. No último jogo, tinha uma linha de cinco jogadores atrás. Muito difícil para qualquer time. A produtividade do time está bem – concluiu.

O técnico Sérgio Soares terá mais dois treinamentos para tirar as dúvidas e definir o time que entra em campo neste sábado. O Tricolor vai realizar dois trabalhos na Arena Fonte Nova, ambos fechados à imprensa: na quinta à tarde e na sexta pela manhã. O clássico será realizado às 16h30, no Barradão.

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