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Crônica de uma fuga anunciada no primeiro BA-VI do ano

Como eu vi o Ba-Vi da Paz

Violência no Ba-Vi
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Fuga vem do latim Fugire, que significa escapar, fugir. Que é sinônimo de esquiva que do Frâncico significa Skiuhan; que é o mesmo que ‘tímido’. Pois é torcedor querido, esse foi o irreconhecível papel que o nosso maior rival do estado exerceu hoje em pleno Barradão, que para quem não conhece é a casa deles.

Não bastasse entrarem em conflito com um jogador do Bahia que só quis comemorar o gol e da forma já ensaiada dentro do clube, como fica evidente na vinheta que o Esporte Clube Bahia produziu para cada jogador, basta olhar e conferir.

Seria esperar demais que Vinícius que estava de um lado do campo depois de converter o pênalti que deu origem ao gol de empate para o Bahia, fosse para o extremo outro lado do mesmo gramado (onde estava a torcida do Bahia), para comemorar o seu gol. Até aí tudo bem, não fosse o choro e a agressão de um time covarde, que é o time do Vitória como ficou provado hoje.

Três jogadores do rival agrediram Vinícius do Bahia, que sem reagir ainda foi expulso. Se não bastasse o histórico de lambança do árbitro da partida em BA-Vis, ele foi escalado para mais um BA-VI por uma Federação Baiana de Futebol sem moral e falida eticamente falando. O que aconteceu hoje no Barradão foi uma mancha para todo o futebol baiano. As brigas entre os jogadores dos dois times, depois das agressões a Vinícius (que nada fez demais), foram lamentáveis e desprezíveis, lembrando-nos antigos BA-Vis e suas velhas confusões, mas hoje de uma forma renovada.

Aliás como sempre certo tipo de situação só acontece na Bahia, e nós baianos e torcedores deveríamos nos envergonhar disso. Não bastasse todo o tempo perdido para a enorme confusão, e o futebol verdadeiro perdido fora de campo no segundo tempo e paralisado pela vergonha não inédita de uma briga que durou muitos minutos, e não deixou a nossa querida bola rolar de verdade por todo o segundo tempo, o nosso arbítro-personagem mais uma vez Principal do clássico saiu a distribuir cartões a torto e a direito.

Deixando 4 expulsos pelo lado do Bahia (sendo dois reservas) e três expulsos pelo Vitória (os três titulares). Daí recomeçou entre aspas a partida; com um Vitória com um a menos mas que ao não conseguir segurar o ímpeto do Bahia que estava a fim de fazer o gol da virada e honrar um time que nada jogou no primeiro tempo e ao longo dessa temporada com Guto Ferreira, acabou por conseguir mais uma expulsão (a quarta). Ali foi a Gota d’Água para o Vitória que se apequenou frente ao futebol e frente a ele mesmo quando da expulsão consciente e provocada intencionalmente para alcançar o fim de uma partida, sem ser pelas vias normais da bola rolada e jogada. Pois é esse dia vai ficar lembrado na História, não só como o dia da Mancha no Futebol baiano já tão maculado pelas suas lambanças, desorganização e amadorismo.

Como será lembrando também, pelo dia em que o Vitória correu do pau e do Bahia em pleno estádio Manoel Barradas. Enfim torcedor-amigo esse episódio jamais será esquecido por mim. Pelas cenas lamentáveis e pelo dia da Fuga do nosso maior rival do estado, em plena casa deles. De que mais nossos times da Bahia serão capazes por uma rivalidade nada sadia?? Eis a pergunta que deixo a vocês torcedores por hoje…

Bom jogo e boa noite a todos!!

Isso é um Jogo??

Boa noite então!!

Daniel Cartaxo Penalva, é colaborador do Torcidabahia.com. O conteúdo desse post expressa a opinião do autor, que é ple
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