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Celebrando bom início no Bahia, Gilberto destaca parceria com Edigar Junio

Atacante marcou dois gols nas suas duas primeiras partidas pelo clube

Gilberto concede entrevista coletiva (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)
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Na tarde desta terça-feira (24), o atacante Gilberto concedeu entrevista coletiva no Fazendão. O jogador falou sobre a melhora do ataque do Bahia nas últimas partidas, desde que ele estreou na equipe. Com ele jogando como atacante de referência na área, o Tricolor marcou cinco gols nas últimas duas partidas, contra Chapecoense e Vitória, sendo dois gols do atacante.

Porém, segundo Gilberto, o sucesso do ataque não é mérito apenas dele. O atacante ressaltou a qualidade dos parceiros de time:

Edigar é um cara excelente. Acho que o nosso elenco está bem servido de jogadores com ótimo nível. E isso é importante para o grupo, para o crescimento do grupo em si. Edigar é um cara fantástico como pessoa e como jogador. Também temos o Zé e o Vinícius, o Régis, que não começou atuando esses jogos… Allione. Esses caras que vêm treinando com a gente. Pela concorrência, a gente tem que correr bastante. O próprio Kayke, que está machucado, vem dando força para a gente continuar nessa pegada e buscar sempre os triunfos, que são o mais importante para o Bahia

Gilberto também disse que todo o conjunto tem sido importante para o seu bom início com a camisa tricolor. Para o atacante, os resultados positivos são fruto de um bom relacionamento extra-campo e de conhecimento tático:

Início muito bom. Realmente, pelo trabalho que foi feito durante o mês que eu fiquei sem jogar, só aprimorando a parte física, eu tive a oportunidade de treinar todos os dias com o grupo e ter um pouco de companheirismo, de saber um pouco como eles jogam. E isso ajudou bastante o grupo em si. Na minha entrada, eles me motivaram bastante. Eu também passei bastante tranquilidade neste sentido de a gente fazer o melhor sempre. E foi bom, foi bom começar fazendo esses dois gols. Mas o mérito todo é do grupo em si, que vem demonstrando poder de luta, de posse de bola. A gente consegue manter a posse de bola em vários momentos do jogo. Consegue fazer o jogo fluir naturalmente a nosso favor.

Gilberto evitou projetar números individuais e prefere pensar na equipe. O jogador disse querer colaborar da melhor forma possível. Além disso, o atacante evitou entrar na discussão se irá atuar ou se será poupado pelo técnico Enderson Moreira.

No momento, eu estou focado em ajudar. Quem decide se eu estarei entrando em campo, no começo ou decorrer da partida, essa parte é do professor. Como falei para ele, estou aqui para ajudar. A opção dele vai ser bem vista por mim, porque, quando eu quis vir para o Bahia, a minha intenção era ajudar

Gilberto já projetou a próxima partida do Bahia, que nesta quarta-feira (25), enfrenta o Cerro, do Uruguai, pela Copa Sul-Americana. Sem ter muitas informações sobre o adversário, o atacante destacou a raça como característica padrão das equipes uruguaias. Por isso, o Bahia precisa se impor como mandante:

Uma coisa que o time uruguaio sempre tem é vontade, aquela raça, aquela pegada forte, que eles têm. Aquelas coisas de jogo mesmo de quem sabe se impor, e a gente também tem que fazer isso. A gente tem que se impor do começo ao fim. Não podemos deixar em nenhum momento eles pensarem o jogo ou raciocinar para jogar. A gente tem que sufocar do começo ao fim, buscar o triunfo. Claro que a gente tem um respeito enorme por todas as equipes que a gente enfrenta, porque é o normal do futebol. Mas a gente vai fazer o nosso jogo, como a gente vem fazendo

O Bahia enfrenta o Cerro às 21h45 desta quarta-feira, no estádio de Pituaçu, em jogo válido pela segunda fase da Copa Sul-Americana.

Confira o que Gilberto falou em entrevista coletiva

Cerro
– A gente não tem scout ainda, porque isso quem passa é o treinador. Vejo algumas coisas, mas não lembro dos últimos resultados deles. Possivelmente agora, depois do treino, na concentração, vai ter reunião para falar do time, e a gente vai ficar sabendo dos pontos fortes e fracos.

Desempenho em campo
– É fruto de um treinamento. Também a idade, 29 anos agora, eu melhorei bastante em alguns aspectos que eu deixava passar no passado. Eu creio muito que seja fruto do trabalho, daquilo que Deus tem para mim. O grupo tem muita importância e tem uma parcela enorme de contribuição para que eu esteja fazendo esse nível de chutes e gols.

Desempenho contra Chapecoense e Vitória
– O empate foi uma coisa que aconteceu, que eu acho que o nosso grupo tinha totais condições de ter vencido. Até porque mostrou um futebol muito melhor. Foi muito melhor no jogo. Conseguiu se impor na casa do adversário, teve maior posse de bola, conseguiu envolver… Sobre a volta, não tenho nada mais para falar. Falei tudo que eu queria depois do jogo. E sobre esse jogo contra o nosso maior rival, eu acho que a gente conseguiu, mais uma vez, ter a posse de bola, conseguiu envolver o adversário de forma efetiva, conseguiu um gol e, logo em seguida, um pênalti. Então isso nos ajudou a ter tranquilidade e continuar fazendo o nosso jogo fluir naturalmente.

Projetos com o Bahia
– No momento, eu estou focado em ajudar. Quem decide se eu estarei entrando em campo, no começo ou decorrer da partida, essa parte é do professor. Como falei para ele, estou aqui para ajudar. A opção dele vai ser bem vista por mim, porque, quando eu quis vir para o Bahia, a minha intenção era ajudar.

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