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Gilson Kleina explica a derrota no BaxVice

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“Foi definida nos detalhes”, afirma Gilson Kleina sobre derrota no Ba-Vi

Bahia sai na frente do Vitória na Fonte Nova, mas sofre a virada e volta para o Z-4. Ao fim do confronto, Gilson Kleina reconhece que o Rubro-Negro foi mais competente

Uma derrota “definida nos detalhes”. Essa foi a avaliação do técnico Gilson Kleina após o Ba-Vi disputado na tarde deste domingo, na Arena Fonte Nova, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Bahia até saiu na frente logo no início do jogo, com Kieza, mas cedeu o empate, em gol marcado por Kadu, e logo depois a virada, através de Luiz Gustavo. E o placar ficou assim: 2 a 1 para o Vitória (confira os melhores momentos no vídeo acima).

O primeiro gol marcado pelo Rubro-Negro saiu de uma bola parada. No lance, Kieza estava fora do campo recebendo atendimento médico. Kleina lamentou o ocorrido e lembrou que o atacante é importante nesse tipo de jogada.

– Foi um clássico definido nos detalhes, como os clássicos costumam ser. Começamos bem, saímos na frente. No gol que tomamos, o Kieza estava fora, com um problema no tornozelo. Eles empataram no momento certo. A minha leitura do jogo e do Ney [Franco, técnico do Vitória] foram iguais. No segundo tempo, nós viemos com a proposta de abrir mais o campo. Só que eles encaixaram um arremate de longa distância. Eles foram mais competentes, marcaram melhor, e nós vivemos mais de bola parada – afirma o treinador.

A derrota no clássico fez o Bahia despencar duas casas e voltar para a zona do rebaixamento. O Tricolor, agora na 18ª posição, tem 23 pontos. Na próxima rodada, o time de Gilson Kleina enfrenta o Sport, às 21h (horário de Brasília), na Arena Fonte Nova.

Confira outros trechos da entrevista coletiva de Kleina.

QUEDA DE RENDIMENTO APÓS O 2º GOL DO VITÓRIA

– Não teve queda de rendimento. Quando você está na frente, é mais fácil defender e sair no contra-ataque. Nós não conseguimos reagir. Tentei trazer velocidade no segundo tempo, com o Maxi para dentro, e para ter a passagem do Railan. No lance do gol, não diminuímos o espaço. Foi esse segundo gol que fez com que tivéssemos que mudar o jeito de jogar. Se conseguíssemos administrar o tempo, acho que nosso time sairia vitorioso. Não conseguimos repetir o que fizemos nos outros jogos: fazer as penetrações, principalmente do meio para o ataque.

ESCALAÇÃO DE MARCOS AURÉLIO

– Nós temos que colocar jogadores experientes e dar ritmo no jogo. É o que pensamos. Marcos Aurélio tem uma bola parada, que ele treina muito bem. Não posso culpar um só jogador pelo resultado. Ele precisa evoluir. Estamos dando confiança para ele, assim como para o Emanuel e o Branquinho. Ele está tendo dificuldade, mas vai ter que pegar o ritmo jogando. A responsabilidade é minha. Está todo mundo chateado, mas optei por um jogador experiente.

SUBSTITUIÇÃO DE LÉO GAGO

– Eu coloquei dois jogadores com saída boa: Uelliton e Rafael Miranda. Opção de tirar o Léo [Gago] foi pelas circunstâncias do jogo. Achei que o Marcinho estava caindo muito por ali. Colocamos um jogador de velocidade e inteligência. Nós tomamos o gol e as coisas mudaram.

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