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Juca Kfouri: ‘Pênalti inexistente abre virada do líder’

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"Pênalti inexistente abre virada do líder", destaca Juca Kfouri

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O jornalista Juca Kfouri criticou, através do seu blog pessoal, a arbitragem do jogo entre Cruzeiro e Bahia, na noite desta quinta-feira (11), no estádio Mineirão. O apresentador da ESPN relembra ainda a frase do presidente Fernando Schmidt sobre uma possível resposta da CBF aos avanços do Bahia nas denúncias no futebol.

Confira abaixo o texto escrito por Kfouri na íntegra:

"Pênalti inexistente abre a virada do líder

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Quando Rafael Miranda, aos 29 minutos de jogo, num raro contra-ataque do Bahia, abriu o placar no Mineirão, com 20.800 pagantes, juro que pensei: “será como contra a Chapecoense. O Cruzeiro vira e goleia”.

Até ali, Manoel já havia cabeceado uma bola na trave e Lucas Silva carimbado o travessão baianos num petardo em cobrança de falta.

Desnecessário dizer que a diferença entre o líder e o lanterna do Brasileirão é abissal.

Nem por isso se justificou o pênalti dado ao time mineiro, aos 4 minutos do segundo tempo, que Everton Ribeiro converteu para empatar e que ainda levou Titi e ser expulso de campo.

No começo da semana o presidente do clube baiano, Fernando Schmidt deu uma entrevista ao globo.com em que foi claríssimo: “Nós temos a perseguição e o boicote externo comandado pela CBF, pela coragem que tivemos de denunciar os desmandos da CBF no futebol brasileiro e propor sua reformulação completamente. Nós temos que nos precaver com relação a isso. Ou você acha que as arbitragens do Esporte Clube Bahia não são escolhidas a dedo para prejudicar o Bahia? (…) Recebi ameaça no sentido de que se não baixasse meu tom, quem iria sofrer era o Bahia”, declarou o presidente tricolor.

Muito melhor e com 11 contra 10, não demorou para Ricardo Goulart fazer o gol da virada cruzeirense e manter os sete pontos que tem de dianteira sobre o vice-líder São Paulo.

Diferentemente do pênalti mal dado contra o Figueirense, que abriu a goleada do time azul no primeiro turno, também no Mineirão, de resto surrupiado em sete pontos em outros jogos, desta vez, sem dúvida, o erro do apitador foi decisivo, porque Ricardo Goulart se atirou ao sentir que foi tocado pelo zagueiro baiano, num lance em que a queda foi forçada.

E quem pagou o pato foi o time da Boa Terra, que ainda levou uma terceira bola na trave, chutada por Everton Ribeiro no fim do jogo.

Depois do apito final, o assoprador de apito ainda expulsou o baiano Fahel."

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