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Após determinar transitado em julgado, Justiça pede arquivamento de intervenção no Bahia

Segundo o vice-presidente Vitor Ferraz, a decisão ratifica as ações ocorridas, não permitindo novos recursos

Carlos Rátis foi o interventor do Bahia (Foto: Divulgação)
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Nesta terça-feira (6), o juiz Paulo Albiani Alves, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou que o processo de intervenção do Bahia, iniciado em 2013, foi transitado em julgado e será arquivado.

Em entrevista ao site Bahia Notícias, Vitor Ferraz, vice-presidente do clube, falou que a decisão serve para ratificar as ações ocorridas, não permitindo mais recursos:

O processo foi arquivado. Com isso consolida todos os atos praticados e impossibilita de qualquer questionamento sobre eles

O ex-conselheiro Jorge Maia iniciou o processo movendo uma ação após a reeleição de Marcelo Guimarães Filho, então presidente do clube. De acordo com o sócio, o então mandatário teria desrespeitado o estatuto do clube.

No dia 9 de julho de 2013, foi decretada pela Justiça a intervenção do Esporte Clube Bahia, afastando Marcelo Guimarães Filho da presidência, além de todo o conselho do clube. Com isso, o advogado Carlos Rátis assumiu o cargo de interventor. A Justiça determinou que o Bahia pagasse um salário mensal de R$ 60 mil a Rátis.

A partir daquele momento, o Tricolor reformou o seu estatuto, dando direito a voto nas eleições presidenciais a todos os seus sócios. Em setembro de 2013, Fernando Schmidt foi o primeiro presidente a ser eleito democraticamente. No final de 2014, Marcelo Sant’Ana ganhou as eleições e assumiu um mandato de três anos. Em dezembro de 2017, Guilherme Bellintani foi o escolhido pelos sócios e é o atual presidente do clube.

Justiça pede arquivamento de intervenção no Bahia (Foto: Reprodução)
Justiça pede arquivamento de intervenção no Bahia (Foto: Reprodução)
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