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Após início ruim, Kayke acredita em evolução do Bahia

Atacante concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira (21), no Fazendão

Kayke concede entrevista coletiva (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)
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Nesta quarta-feira (21), o atacante Kayke concedeu entrevista coletiva no Fazendão. O jogador falou sobre o próximo desafio do Tricolor, que enfrenta o Náutico nesta quinta-feira (22), pela Copa do Nordeste. De acordo com ele, o Ba-Vi já é página virada para a equipe:

Acho que o que passou [no Ba-Vi], passou. Serve de aprendizado e a gente tem que seguir em frente. Temos uma competição importante onde precisamos somar diante da nossa torcida. Vamos fazer de tudo para trazer o resultado

Kayke pregou respeito ao Náutico, mesmo a equipe pernambucana estando na Série C do Campeonato Brasileiro:

Em relação a divisões, um clube estar na Série A, B ou C é irrelevante. Se faz uma nova equipe sempre. Felizmente no Brasil temos essa cultura de mudar no fim das temporadas. É difícil ter o mesmo elenco. Tenho certeza que quem está lá vai querer mostrar um grande trabalho e temos que respeitar isso.

Kayke acredita que o Bahia está numa outra na fase na temporada em relação ao fraco início. Após perder as duas primeiras partidas na temporada, o Tricolor agora já não perde há seis partidas:

O clima ruim passou longe daqui. Se existe clima ruim, não chegou até a gente. Estamos há alguns jogos sem perder. Nós perdemos alguns jogos no início e a partir disso não tivemos derrotas. Do Bahia se espera sempre resultados expressivos, com gols. Isso nem sempre vai acontecer, mas estamos evoluindo jogo a jogo. Vai ser um grande jogo e vamos fazer de tudo para buscar um grande resultado.

 

Confira o que Kayke declarou em entrevista coletiva

Importância do gol para o atacante

– Foi um gol e uma assistência. Mas foi um jogo de oportunidades. Sou centroavante e temos que ter oportunidades para concluir em gol. Sempre que acontece a gente fica feliz. Nem sempre aparecem as oportunidades e quando não é possível temos que ajudar nos movimentando, participando das jogadas ofensivas. Nem só de gols vive o atacante, ainda mais no futebol como está hoje em dia.

Torcedores que foram ao Ba-Vi ganham ingresso para o jogo contra o Náutico

– A gente vê de uma maneira positiva. Independentemente do que aconteceu na última partida, acho que é justo ter essa oportunidade de ver a partida. A gente espera fazer um ótimo jogo e trazer o triunfo e vamos fazer o máximo.

Ataque móvel

– Eu sou centroavante, e quando tem alguém mais próximo é sempre de agrado, mas temos que enxergar o futebol como é hoje. Hoje exige muita rapidez, força física velocidade e esse jogador ficou para trás. Poucos conseguem se manter nos times. O Ganso, que para mim é um craque, sofreu muitas críticas e perdeu espaço. Joguei com Lucas Lima que também tem essa característica e perdeu espaço na Seleção. O futebol vem dando espaço aos mais versáteis, fortes velozes e temos que nos adaptar. Com o elenco que temos, podemos fazer um grande ano.

Homem-gol?

– Não vou referir essa maneira de ser o homem gol porque a responsabilidade tem que ser de todos. A responsabilidade você tem que estar preparado. Eu gosto dessa responsabilidade. Os gols acabam ajudando a equipe de uma forma. O que mais me entristece é quando não consigo fazer uma boa partida. Os gols são consequência de um grande trabalho. A gente espera uma temporada de muitos gols.

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