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Kleina elogia torcida e dá mérito da reação aos jogadores

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Kleina elogia torcida e dá mérito da reação aos jogadores; veja entrevista

Em entrevista ao GE.Ba, treinador do Bahia fala sobre a reação do clube no Brasileiro, força da Fonte Nova e sobre caso Rhayner 

Olho no olho e uma conversa franca sobre o Bahia. Assim, o treinador Gilson Kleina recebeu a reportagem da TV Bahia para uma conversa sobre a situação do clube. Sem tabus, Kleina recebeu o comentarista Darino Sena para um bate-papo longo. Sem puxar para si os méritos da reação do Bahia no Campeonato Brasileiro, o treinador fez elogios à torcida, que considerou um combustível para a equipe, e "culpou" os jogadores pelo bom momento vivido pelo Tricolor.

– A nossa torcida tem feito a diferença nessa arrancada. Agora o mérito é total dos jogadores. Eles estão comprometidos e querendo elevar o Bahia a um outro patamar. Me orgulho hoje de comandar esses jogadores. Espero que a gente possa continuar assim – disse.

O treinador também procurou dividir os méritos com outros integrantes da comissão técnica e demais funcionários do clube. Kleina ainda ressaltou a retomada da confiança na base da conversa como fator fundamental no processo.

– Confiança é tudo. Eu trabalho ao lado de profissionais competentes, desde a equipe de apoio até os muito próximos. A receita é muita conversa – disse.

No entanto, Kleina avisa que ainda é preciso melhorar. Para o treinador, é fundamental que o time tenha regularidade.

– A gente sempre tem o que melhorar. O que estamos colocando é tentar manter uma regularidade. Em um jogo, fazemos uma atuação muito acima e, no outro, não conseguimos. Aí a gente tem que fazer uma troca – disse.

O treinador também comentou o afastamento do atacante Rhayner. Segundo o técnico, a ausência de privilégios dentro da equipe explica a "geladeira" do jogador.

– Toda decisão é em prol do grupo. Eu não posso faltar a um treino e depois fazer a mesma coisa que os outros fizeram. É preciso compensar. Conversamos com membros da comissão e decidimos que ele tinha que fazer um outro tipo de treinamento. Por isso, o veto a ele participar de uma atividade (que teria causado a briga). Senão, a gente começa a dar privilégio. E, no futebol, chega um momento em que privilégio vira contra você – disse o treinador.

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