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Pesquisa afirma que Torcedores querem mais poder nas ‘mãos’ dos clubes

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Pesquisa LANCE! Ibope: Torcedores querem mais poder dos clubes nas decisões da CBF

Segundo levantamento, brasileiros são a favor de dirigentes serem processados na Justiça comum caso clube não pague impostos

Para 39% dos torcedores, clubes deveriam ter mais poder nas decisões da CBF

O futebol brasileiro passa por um momento de mudanças, ou ao menos de iniciativas que visam melhorar a estrutura do esporte mais popular do país, como é o caso do surgimento do Bom Senso FC. Nesse cenário, um dos assuntos que estão em debate é a criação de uma liga entre os clubes que ficasse responsável pela organização dos torneios de futebol, da mesma forma que ocorre com as competições europeias.

A 5ª edição LANCE! Ibope consultou a opinião dos torcedores sobre essa questão, sendo que 39% dos entrevistados foram a favor dos clubes terem mais poder nas decisões da CBF, o que estaria em linha com a criação de uma liga no futebol brasileiro caso o levantamento fizesse parte de um plebiscito ou referendo para aplicar a mudança de poder no esporte.

Para outros 25,5% das 2331 pessoas consultadas para o levantamento, a principal entidade do futebol brasileiro deveria ser comandada pelas federações, enquanto que 19% se mostraram indiferente em relação à questão outros 16,5% não souberam responder.

A pesquisa também abordou sobre as punições aos clubes que não pagam impostos, fato muito comum no futebol brasileiro. Para 43% dos torcedores, os dirigentes das agremiações deveriam ser processados na justiça comum, enquanto 16% são a favor do clube ser rebaixado de divisão no torneio nacional. Outros 15% apontaram que a melhor punição nesses casos seria a perda de pontos do time no campeonato, e para apenas 6% os clubes não deveriam ser punidos.

Os torcedores também foram questionados sobre os altos salários recebidos pelos jogadores de futebol e se deveria ter um limite nesses recebimentos. Sobre essa questão, 50% dos entrevistados se mostraram a favor de se criar um teto salarial para os jogadores profissionais no Brasil, enquanto 27% foram contra a iniciativa. Outros 15% se colocaram indiferentes à questão e 9% não souberam responder.

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