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Presidente do Bahia emite nota sobre a MP 671 – PROFUT

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Nota oficial

Posicionamento da Diretoria Executiva sobre a MP 671

O relatório final referente à MP 671 (Lei de Responsabilidade Fiscal no Esporte) chega nesta terça-feira, dia 30 de junho, à Câmara dos Deputados, em Brasília, após ter superado o trâmite na comissão mista, composta por deputados e senadores. Devido à atual discussão em âmbito nacional do tema e possibilidade de votação do projeto de lei, a Diretoria Executiva do Esporte Clube Bahia se posiciona de maneira pública e transparente como favorável.

O projeto de lei é uma tentativa de equacionar os débitos com o Governo Federal, em paralelo à reestruturação administrativa conduzida internamente pela gestão, eleita pelo voto direto dos sócios do Clube em dezembro de 2014. Outro objetivo está em criar mecanismos que estimulem a modernização do futebol, algo determinante para todos os torcedores e contribuintes que amam o esporte, incluindo, porém não se limitando, a medidas de responsabilidade e transparência.

O Esporte Clube Bahia é pioneiro desta maneira de trabalhar o produto futebol . O estatuto, atualizado em agosto de 2013, já prevê, por exemplo, mandato de três anos, permitida uma única tentativa de reeleição, além da adoção dos critérios da Lei da Ficha Limpa para candidatos aos cargos de presidente, vice-presidente, Conselho Deliberativo ou Conselho Fiscal.

Desta forma, a Diretoria Executiva, embora tecnicamente tenha restrições a alguns artigos específicos do relatório final, posiciona-se favoravelmente por entender e respeitar o conteúdo. É preciso pensar e trabalhar de maneira coletiva, acima de eventuais particularidades.

A Diretoria Executiva do Esporte Clube Bahia torce para que o Congresso Nacional, dentro da autonomia que lhe cabe e como reflexo do povo brasileiro, preserve os pontos fundamentais do relatório final. O projeto de lei pode ser tanto um mecanismo para auxiliar os clubes no saneamento de dívidas como também ter um efeito transformador e positivo no futebol brasileiro.

Salvador, 30 de junho de 2015

ESPORTE CLUBE BAHIA

Marcelo Sant’Ana

Presidente da Diretoria Executiva

Nota Luis Peres @BahiaClub: Muito tímido o posicionamento do Presidente do Bahia no que concerne à MP 671.

O que a Bancada da (quer) Bola propõe é o direito de destruir os cofres dos clubes, e seus dirigentes, como sempre, saiam impunes.

É como entregar um cartão de crédito sem limites a um pródigo e dizer à ele: GASTE!

Sua Excia. o Presidente do Bahia poderia ter sido mais específico e ter dito quais artigos ele discorda.

Alias, poderia aproveitar e explicar qual o motivo do ENDIVIDAMENTO do Clube ter saído de R$ 83 milhões, conforme apontado na auditoria seletiva realizada no período da intervenção, para, absurdamente, em 2 anos, ter chegado a astronômica casa dos R$ 220 milhões, mais que dobrando em seu montante, sem que o clube tenha pago nenhuma dívida ou montado nenhum “Real Madrid”. Haja vista ter sido rebaixado em 2014.

O Bahia levou 82 anos para atingir os R$ 83 mi, e em 2 o valor mais que dobrou: COMO? São R$ 140 milhões acrescidos ao passivo do clube e sem uma justificativa aparente. 

Lembrando que “Recebeu” cotas de TV e patrocínios normalmente, a multa de Romagnoli (valor não divulgado), o “Dinheiro da venda” de Talisca e da “venda” de Pará (valor real não divulgado).

E o pior: Ver estas contas aprovadas sem qualquer comentário.

Sinceramente: Quem aprova estas contas, sabe o que está fazendo?

Dizer que está no Balanço e este está sobre a mesa é tentar subjugar a pouca inteligência de todos nós. Não se "lê" um balanço sem os contratos e notas fiscais que o justifiquem, tudo em 5 minutos. Papel aceita tudo!

Para lembrar: A PETROBRAS tem auditoria externa e suas contas vinham sendo aprovadas, ano após ano, e vimos no que deu. Bancou campanhas políticas e enriqueceu outros tantos.

Que não seja o caso ora em tela.

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