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Railan diz que não conseguiu dormir após jogo contra o Cruzeiro

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Railan fala em burrice de árbitro e diz que não conseguiu dormir após jogo contra o Cruzeiro

Elenco ainda está na bronca com o árbitro da partida Marcos Mateus Pereira

O sonho do Bahia contra o Cruzeiro virou pesadelo em poucos minutos. E, ontem pela manhã, ao chegar a Salvador vindo de Belo Horizonte, o elenco ainda estava na bronca com o árbitro da partida Marcos Mateus Pereira. O lateral Railan e o presidente Fernando Schmidt se juntaram ao coro iniciado pelo técnico Gilson Kleina ainda no Mineirão.

Os motivos principais eram o pênalti marcado para a equipe mineira, que culminou na expulsão do zagueiro Titi e no gol de empate do Cruzeiro, e a não marcação de uma suposta penalidade em cima do lateral-direito Railan, no final da partida, quando o placar já apontava 2×1 para o Cruzeiro.

“Eu mesmo não consegui dormir. A gente estava fazendo um bom jogo e, infelizmente, aquele cara lá que apitou, fez – desculpe o modo de falar – aquela burrice”, comentou Railan.

O Bahia anunciou no site oficial que fará uma representação contra a arbitragem de quinta, citando também lances que, no entendimento da diretoria, foram duvidosos em outras partidas.

“Não foram algumas, foram várias atitudes que influenciaram no resultado dos jogos do Bahia. Não consigo entender por que foram escolhidos árbitros desconhecidos, e não da Fifa, nos jogos do Bahia. Queremos juízes reconhecidos, como os escalados para os jogos do eixo Centro-Sul”, explicou o presidente Fernando Schmidt. “Não estamos dizendo que o resultado seja decorrente disso, mas eles influem, como foi o caso de ontem (quinta, contra o Cruzeiro), Grêmio, Criciúma e Coritiba. Só aí, eu já citei quatro jogos nesses últimos 15 dias”.

O árbitro Marcos Mateus Pereira, pivô de todo esse protesto tricolor, teve em Cruzeiro 2×1 Bahia sua partida de estreia na Série A.

Para Railan, o lance em que os tricolores pedem pênalti foi até mais evidente que o dado pelo juiz para os donos da casa. “Quando lançaram pra mim, eu dei um tapinha na bola e botei entre as pernas do (zagueiro cruzeirense) Léo. E, na hora que ele não conseguiu pegar a bola mais, ele arrastou meu pé. Foi mais pênalti do que o de Guilherme. Garanto”, afirmou o lateral-direito oriundo das divisões de base.

Critério

O técnico Gilson Kleina, após o jogo, também fez suas objeções aos critérios do árbitro. “Eu não vejo essa convicção que ele teve nos lances a favor do Bahia. É essa a bandeira que estou levantando. Na minha frente, um contra-ataque com o Rafinha, o volante deles parou o lance e não levou amarelo. Você vai apitar a Série A, tem que ter equilíbrio. Vamos acompanhar para ver se em outro jogo ele vai expulsar alguém como expulsou Titi”, cobrou.

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