Requerimento: Liminar contra mentiras

Requerimento: Liminar contra mentiras

#ForaMGF


Após ter conseguido reverter a liminar que liberava o lateral Madson e ter perdido três atletas das categorias de base: o volante Guilherme, o lateral Alef e o zagueiro Maracás, o Esporte Clube Bahia ainda vai ter “muita dor de cabeça” com outras ações trabalhistas já impetradas por outros jogadores formados no clube.

A tendência é que perca todas as ações. Haja vista, não ter cumprido as determinações previstas na Lei Pelé, no que concerne aos direitos funcionais dos jogadores.

Fica difícil adjetivar o que tudo isso significa: Incompetência, maldade, armação, gatunagem…?

Em 10 de janeiro do corrente, o Presidente do Clube, MGF, nomeou seu “SUPERINTENDENTE FINANCEIRO” e “homem de confiança” Tiago Cintra, como Vice-Presidente de esportes amadores, onde as divisões de base são diretamente subordinadas. Até pela repetição profissional, o “Diretor” não atentou para este problema?

Durante muito tempo, a mídia viciada responsabilizou o Sr. Paulo Angioni por tudo de errado que acontecia no futebol do Bahia. A Torcida engoliu este argumento e vociferou contra o Diretor. Diziam que o “Presidente” estava em Brasília cumprindo seu mandato de Deputado Federal suplente. Porém, a Transparência Brasil divulgou que sua Senhoria foi um dos mais faltosos e gastadores do período. ONDE ESTAVA ESTA PESSOA?

Algo de muito estranho está ocorrendo e precisa ser desvendado. Vários atletas da base, ao mesmo tempo, tem a mesma ideia, com o mesmo advogado… Ademais, esta passagem direta para o Vicetória da Bahia, ultrapassa o limite do cinismo e da credulidade ingênua. Não conseguirão enganar a todos, o tempo todo.

Railan, de apenas 18 anos, que pelas redes sociais exalava insatisfação e defendeu a equipe na Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano foi integrado ao grupo profissional. O lateral acabou de renovar por mais três temporadas.

Por fim, arranjaram um BODE EXPIATÓRIO: o gerente de RH, Wolmar Sodré. O elo mais fraco da “corrente”. Demitido, com insinuações de responsabilidade pelas perdas. Mais uma inconsequência da Presidência do clube. Terceirizar responsabilidades. Sempre age assim. Isso é ASSÉDIO MORAL. O ex-funcionário negou a culpa, mais não criará problemas. Deverá ser bem recompensado. É assim que funciona.

Uma coisa é certa: Alguém vai ganhar muitos milhões em cima desta “desatenção” administrativa. Menos o Clube e a Torcida do Bahia. Repito: A Torcida do Bahia… Para não confundirem.

Luis Peres – @BahiaClub