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Artilheiro da Fonte, Edigar Junio contará com a ajuda dos pais “pés quentes” no jogo contra o São Paulo

Pais do jogador estarão na Fonte Nova para acompanhar o jogo do Bahia deste domingo

Edigar Junio concede entrevista coletiva (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)
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Na tarde desta sexta-feira (11), o atacante Edigar Junio concedeu entrevista coletiva no Fazendão. Seu gol marcado no triunfo contra o Vasco, pela Copa do Brasil, na última quarta-feira (9) fez com que ele se tornasse o maior artilheiro da Arena Fonte Nova após a sua reinauguração. O jogador espera aumentar esta marca no domingo (13), quando o Bahia enfrenta o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

Para expandir este recorde, Edigar Junio contará com o apoio dos pais, que estarão no estádio neste domingo. Segundo ele, os dois são “pés quentes” e estiveram presentes no triunfo sobre o Vasco:

Quando eles vêm para cá, são pés quentes. Na maioria das vezes, eu consigo marcar gol. Espero que, dessa vez, seja assim de novo. Na quarta, eles estavam no estádio. Domingo vai ser um dia especial, Dia das Mães, então, se Deus quiser, vou fazer gol para homenagear ela e todas as mães do Brasil.

Neste domingo é Dia da Mães e Edigar Junio quer homenagear Dona Eliete marcando um gol. Na entrevista, o atacante fez uma bela declaração à sua mãe:

Minha mãe é aquele negócio… Sou filhinho dela, xodó. Quando comecei, a gente sempre saía de casa e ela ficava nessa apreensão. Muitas vezes, a gente tinha uma conversa, ela vinha me perguntar se eu queria mesmo seguir essa carreira. Porque a gente sofre bastante, principalmente na base. Sempre que eu ia, de férias, folga, dava um pulo em casa e voltava para o trabalho, ela chorava muito, eu também. Mas nunca deixou de ter comunicação, sempre que podia, eles também iam ao meu encontro. E assim vamos seguindo. São ossos do ofício, faz parte, cada um tem sua carreira. Graças a Deus, estou construindo a minha. No começo, está valendo a pena o que passei.

Porém, o atacante admitiu que os seus pais cobram quando os gols não aparecem:

Ela cobra sim. Mas meu pai cobra mais. O que ela sempre me lembra, antes dos jogos, é “lembra tudo que seu pai te fala”, porque meu pai cobra bastante e me dá muitas dicas. Ele foi jogador, então conhece. Ela sempre me cobra nesse sentido, de eu seguir o que ele me propõe.

Quando questionado se tem uma meta de gols para esta temporada, Edigar Junio disse que não estabeleceu um número, mas disse estar sempre empenhado para ajudar a equipe:

Sempre quero estar aumentando [o número de gols], estar fazendo melhor do que fiz. Acredito que esse ano a gente tem grandes chances de ter um ano de sucesso, então vou buscar isso. Não vou estipular números, mas pode ter certeza que vou me empenhar ao máximo para ajudar o Bahia com gols, passes, e assim vai

Confira o que Edigar Junio falou em entrevista coletiva

Foco
– A gente tem que estar focado na nossa equipe primeiramente. Do lado de cá. De lá, vem o São Paulo. Independentemente dos jogadores que não vierem, acredito que vem com uma equipe forte, competitiva, então temos que nos empenhar o máximo do começo ao fim para poder fazer uma boa partida. A gente tem o exemplo do jogo do Vasco, em que a gente focou no nosso futebol, na nossa qualidade, então a gente tem eu seguir essa linha.

Artilharia da Arena
– Tenho que agradecer a Deus, porque ele me dá força, me sustenta. E também tenho que exaltar meus companheiros, eles sempre me ajudam. Se não fosse por eles, eu não alcançaria esta marca. É motivo de muita honra. Um estádio de história, de Copa do Mundo. Eu estar representando como maior artilheiro da Fonte Nova, para mim, é muita alegria.

Jejum de gols
– A gente fica na expectativa, porque sempre quer estar marcando. Mas a gente tem que ter sabedoria, porque são fases. Isso acontece na carreira do jogador. Tem que continuar focado, continuar trabalhando. Naturalmente, as coisas fluem, depois volto a fazer gol. E assim a gente segue.

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