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Flávio fala sobre polivalência e revela a sua posição preferida em campo

Segundo volante de preferência, jogador já atuou como lateral-direito e meia pelo Bahia nesta temporada

Flávio concede entrevista coletiva (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)
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Na tarde desta terça-feira (11), o volante Flávio concedeu entrevista coletiva no Fazendão. O jogador, que foi titular na partida contra o São Paulo, no último sábado (8), vem sendo um coringa para o técnico Enderson Moreira. Nas 16 partidas que fez pela equipe na temporada, o jogador atuou, além da sua posição de origem, como lateral-direito e meia. Segundo ele, sua versatilidade começou já nas categorias de base:

Todo mundo quer ser atacante, fazer gol. Comecei como atacante na base do Santos, em 2006. Já fui lateral-direito, meia. Desde o sub-15 me adaptei como volante

Mesmo sendo polivalente e atuando em diversas posições, Flávio admite que prefere atuar como segundo volante. Segundo ele, é a posição em que ele se sente mais confortável:

Posição que me sinto bem é de segundo volante, me sinto bem, solto. Quero sempre estar jogando. Mas se o professor pedir [para jogar em] qualquer posição, vou estar à disposição para ajudar

No próximo domingo (16), o Bahia enfrenta o Palmeiras, equipe que vem invicta desde a 15ª rodada e está na terceira posição do Campeonato Brasileiro. Porém, pela primeira vez em algum tempo, o Tricolor terá uma semana inteira para treinar para um jogo. Flávio falou sobre estas questões:

A gente tem que priorizar o que vem falando durante muito tempo, que não está treinando, não está tendo tempo. Semana cheia, começando hoje, e trabalhar em cima da equipe do Palmeiras, que tem dois, três times, e que teoricamente vem com time misto, mas a gente sabe da qualidade do elenco, que é grande, com bons jogadores. Independente de quem vier, a gente tem que passar por cima no domingo para conseguir o triunfo.

Confira o que Flávio falou em entrevista coletiva

Perder para o São Paulo
– Resultado teoricamente normal, perder do São Paulo no Morumbi, mas a gente não pode se limitar em cima disso. Bahia é time grande, e onde quer que a gente vá jogar, tem que buscar o triunfo. Infelizmente, não foi possível no sábado, então vamos trabalhar durante a semana para recuperar os pontos que a gente perdeu contra o Palmeiras.

Momento no Bahia
– Venho trabalhando muito forte. Foi um recomeço. Na minha vinda, o Diego [Cerri] me ligou, fiquei muito feliz. Desde que cheguei, deixei bem claro que tinha idade sub-23, mas quero estar lá em cima. Sempre que tive oportunidade, pude agarrar da melhor maneira possível, busquei meu espaço. Tento agarrar da melhor maneira possível porque quero estar jogando.

História no Vitória
– Todo mundo sabe da história que tive no rival. Foi um choque a forma que saí, porque eu era uma das revelações, uma promessa. Hoje, estou muito mais adaptado ao Bahia, vida nova, não tenho o que falar da torcida, imensa, que me abraçou. Coisas que vi aqui, não vi em lugar nenhum, como na final da Copa do Nordeste. A gente tem que valorizar isso. Hoje eu vejo mais o Flávio do Bahia.

Sequência de jogos no Brasileirão
– A gente tem que viver jogo a jogo. A gente tem o jogo contra o Palmeiras. Não adianta pensar em quem vem depois. Vamos trabalhar visando a equipe do Palmeiras, que a gente já enfrentou três vezes esse ano. É uma equipe forte, tem um grande elenco, estão disputando três competições. Vamos trabalhar para não ser surpreendido no domingo.

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