Bahia perde prazo e patrocínio da Caixa
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O processo de intervenção no Bahia vem provocando “sequelas” inevitáveis ao clube, em função das limitações e dificuldades enfrentadas pelo interventor Carlos Rátis. Ainda não é uma posição final e oficial, mas terminou nessa sexta-feira (19/7) o prazo dado pela Caixa Econômica Federal, e sem mobilidade e apoio administrativo, Rátis não teve como apresentar a documentação necessária para não perder o patrocínio do banco estatal no valor de R$ 6 milhões.
“Estávamos em fase final de acordo, porém, em virtude dessa intervenção, toda negociação parou. Além de MGF, toda diretoria está afastada e perdemos o rumo das negociações”, justificou-se Leandro Bahiense, ex-gerente de marketing do Bahia.
Também por falta de dinheiro o Bahia quase perde o prazo para inscrever o lateral direito Juan Angulo, recém contratado junto ao futebol da Colômbia. A “salvação” veio através da Federação Bahiana de Futebol. Com o processo de intervenção no clube e a falta de recursos, foi a FBF quem bancou as taxas para garantir a transferência do atleta da Colômbia para o futebol brasileiro. O prazo para regularizar o atleta se encerra hoje e a expectativa é de que o nome dele apareça no BID para que possa atuar pelo tricolor.
Além do argentino Paulo Rosales, mais dois jogadores do Bahia entraram nessa sexta-feira (19/7) na justiça contra o clube. O zagueiro Danny Morais e o meia Jéferson entraram com uma ação judicial solicitando pagamento de salários e possível rescisão contratual. Adriano, Zé Roberto, Lenine, Erick e Lucas treinam à parte. nessa sexta-feira (19/7) o interventor pagou salários de funcionários e a gratificação aos jogadores do triunfo de 2 a 1 sobre o São Paulo.
Tabela interativa da Série A com atualização online
Fonte: Tribuna da Bahia