A serenidade e educação são percebidas logo no abrir da porta. Com um sorriso no rosto, o “Bom dia!” vem acompanhado de um convite para o café da manhã. A negativa da equipe, inesperada, fez com que ficasse desconfortável em comer somente com a esposa. Mas a postura se manteve. E foi com toda a educação demonstrada em pequenos gestos que Juninho recebeu o GloboEsporte.com para ser entrevistado no Bloco de Notas.
Natural do Rio de Janeiro e com 31 anos completados na última segunda-feira, Juninho também opinou sobre o aparecimento tardio, como fechou com o Bahia depois de estar bem perto do Vitória, o interesse do Internacional e, com muita ênfase, sobre a paixão tricolor.
- Faltava eu jogar em um time de massa como o Bahia. Tinha certeza que estava preparado. Não esperava cair nas graças da torcida tão cedo como aconteceu. [A paixão] É maior do que eu imaginava. Cheguei a comentar com alguns amigos que eu achava o Bahia grande, mas, depois que eu conheci de perto, eu vi que é muito maior. Não tinha noção da grandeza do Bahia
Fonte: Globo Esporte